Entre os anos de 1816 e 1818, o capitão Giovanni Batista Caviglia se encarregou de desenterrar a Esfinge e os templos que a rodeiam. Sua proximidade com a pirâmide de Quéfren foi imediatamente a razão para associar sua construção a figura deste faraó, defendendo inclusive a tese de que o rosto da Esfinge é do próprio Quéfren (2520-2494 a.C.). Desde então essa teoría tem permanecido até nossos tempos, e uma das peças fundamentais de cronologia estabelecida da história do Egito por parte da egiptologia oficial.
Com 57 metros de longitude e quase 20 de altura, construídos em só um bloco de rocha natural, permanece grande parte de sua história enterradas pelas areias do deserto. Conta a lenda que por volta do ano 1400 a.C. o Faraó Tutmosis IV, um dia quando ainda era príncipe caiu cansado a smobra da cabeça da Esfinge que sobresia da areia, de repente a Esfinge abriu a boca e falou, dizendo-lhe que era o Deus Haratche-Chepere-Ra-Atón e que em troca do então príncipe desenterrá-lo, lhe prometia a coroa do Egito e o faria possuidor de riquezas inimagináveis.
Tal como as cronologias recolhidas por diversos autores, a Esfinge também sinalava que a história do Egito se remonta a muito mais tempo do que os estudos conseguem provar. J.A.West em colaboração com o geofísico Thomas Dobecki e o geólogo Robert Schoch da universidade de Boston, levaram a cabo uma minusciosa analise da rocha da Esfinge, o qual concluia que a formação da Esfinge poderia ser fruto da erosão da chuva. Mas, chuva no Egito? Quando?. Este era o ponto crucial, pois chuva no Egito existiu antes da mudança climática que assolou o deserto do Saara no fim da ultima era glacial.
Todos esses dados contaram com certa aprovação de muitíssimos geólogos depois da apresentação detalhada por parte de West à Sociedade de Geologia Norte-Americana, a qual prometeu fundos econômicos e ajuda técnica para a continuação dos estudos em Gizé. Porém a reação da egiptologia oficial não foi a esperada, pois pressionaram o governo egípcio para que proibisse a realização de provas geológicas a cerca da Esfinge, e trataram de desprestigiar esse tipo de estudo geológicos que haviam interferido na parcela de “uso e desfruto” da egiptologia oficial.
Novos dados e informes seguiram aparecendo, inclusive através de meios de prestígio como o “New York Times”, onde através de fóruns, se questionava outro dogma da egiptologia clássica, que era o que mantém como tese mais aceita o fato de que o rosto da Esfinge é realmente o do faraó Quéfren.
Os resultados demonstravam quem em pouco ou nada se pareciam.
A ira da comunidade arqueológica oficial acabou por fazer o governo egípcio ceder, e que a partir de 1993 proibiu todo tipo de investigação de extrangeiros que não contassem com a aprovação d Sr Zahi Hawass e seus colegas acadêmicos.
Posteriormente novos detalhes apareceram, como o proposto por Robert Baubal e Graham Hancock, que afirmam que a grande desproporção existente entre a cabeça e o resto do corpo da esfinge os fazem crer com quase total segurança que a cabeça original da Esfinge se perdeu depois de alguma remodelação sofrida posterior a sua construção.
São muitos os textos antigos e lendas que apoiam a tese de que o rosto da Esfinge representa um deus, como assim conta na estela erigida a mando de Tutmosis IV, entre as garras da Esfinge depois do sonho em que a mesma o prometera o torno do Egito.
A respostas pra essas questões e outras a cerca da Esfinge permanecem perdidas e em parte escondidas por aqueles que crêem ter a verdade absoluta.





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